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A vertical
é o método

O sistema de marca da Visual Up. Não sobe por andaime: desce por corda, controlada, com o edifício intacto por baixo. Este documento traduz isso em cor, tipo, componentes, voz e aplicação.

Versão 1.0 Lisboa · desde 2018 Documento interno

O princípio

Toda a marca desce.

A Visual Up trabalha pendurada, à vista da rua inteira. A marca aparece num capacete, num arnês, na lateral de uma carrinha e numa fachada de Lisboa antes de aparecer num ecrã. É esse o terreno onde ela tem de aguentar, e é a partir daí que este sistema foi montado.

A linha

Um filete de 2 px, sempre vertical. Divide, ancora e numera. Não é um enfeite gráfico: é a corda, e por isso desce sempre de cima.

O âmbar é segurança

#FFB703 é a cor do colete e do capacete, não uma escolha de gosto. Marca ação ou risco. Nunca fundo grande, nunca ornamento.

Nada salta

O movimento entra de cima e trava no fim, como uma descida em corda. Sem elástico, sem ressalto. Quem trabalha em altura não salta.

O que a casa já provou

5000+

Projetos concluídos

7+

Anos de obra

24h

Resposta ao orçamento

0

Andaimes montados

Os três primeiros números são os que a empresa já publica. O quarto é a leitura da marca sobre os outros três: o que a Visual Up vende não é pintura, é a ausência do estaleiro.

De onde saiu tudo isto

Nada aqui foi inventado

As duas cores, o logótipo, a assinatura, a promessa e os números vêm do que a Visual Up já usa. O que este sistema faz é medir, nomear e estender: o âmbar ganhou uma escala, o tipo ganhou hierarquia, o logótipo passou a existir em vetor e a aplicação física passou a ter regra.

A fotografia é a da empresa. Esta, por exemplo, é o sistema inteiro num quadro só: carrinha em basalto, marca em âmbar, coletes de alta visibilidade e duas cordas a descer a fachada.

Começar pelo capítulo 01

Carrinha preta da Visual Up com a marca em âmbar, estacionada em Lisboa, com dois técnicos suspensos em cordas a trabalhar na fachada.
Fotografia da própria empresa · fachada em Lisboa